Meu humor


Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 melhor instituição de estudo.




Tecnologia da Informação em prol do Meio Ambiente
 


BOM AMIGOS DO GRUPO MILENIUN.

DESEJO PARA TODOS OS INTEGRANTES DO GRUPO QUE ALCANÇEM A NOTA NECESSÁRIA PARA TER A APROVAÇÃO DO PROFESSOR NA DISCIPLINA DE PPI.

BOA SORTE E BOAS FESTAS PARA TODOS!!!!

CARLOS MANSA.



Escrito por Equipe Mileniun às 18h01
[] [envie esta mensagem
] []





E para dar um tom criativo ao nosso blog,segue abaixo um poema de cunho bastante reflexivo sobre o tema,onde constam alguns questionamentos que podemos fazer  dentro de nós:

 

Tecnologia X Necessidades Humanas

 Autora:Aretusa Do Carmo Barroso

A cada dia mais o homem vai evoluindo

Técnicas antigas vão aos poucos se extinguindo

Atividades antes realizadas manualmente pelo Homem

Dia após dia as modernas máquinas com rapidez e precisão tais empregos consomem

São esses tais sistemas de informação

Para cujo público alvo, não acrescenta nada ao coração

Somente causam desespero e insegurança

Despertando na humanidade grande desafio,que mata a esperança

- O que falar então do meio ambiente?

- Será que sobre isso, cada um de nós está consciente?

- O que falar então do "avanço tecnológico Selvagem"?

- Onde, nisso, vemos alguma vantagem?

- O que fazer para que todos, de uma vez por todas, se conscientizem?

Que as ações existentes sobre tal tema, todos finalmente valorizem

- O que fazer com as aspirações humanas em detrimento da tecnologia?

Para responder esta questão, devemos fazer uma reflexão,que será de grande valia

Tentemos fazer deste planeta o melhor mundo

Com dedicação, conscientização e apreço profundo. 

 

 



Escrito por Equipe Mileniun às 20h39
[] [envie esta mensagem
] []





Responsabilidade Social Empresarial

Realmete todas as empresas devem ter o seu lado social, pois ela deve preservar o ambiente em que atua de forma a progredir não só as suas atividades mas também os responsáveis pelo seu sucesso.



Escrito por Equipe Mileniun às 20h36
[] [envie esta mensagem
] []





Olá pessoal!

Estava nevegando pela net  pesquisando sobre essas mudanças no nosso mundo...

Vi um vídeo muito bacana sobre as mudanças de clima...

Vale a pena ver e abre bem os olhos...

E esse tal Aquecimento Global...Ai, ai...

Vejam e comentem!

http://www.greenpeace.org.br/clima/filme/home/



Escrito por Equipe Mileniun às 15h40
[] [envie esta mensagem
] []





Chorão O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O NOSSO PLANETA?

 

SERÁ QUE ESTAMOS PERTO DO FIM?Surpresa

 

FALO ISTO POIS O QUE ANDA ACONTECENDO NÃO É ALGO NORMAL. AGORA RECENTEMENTE EM SANTA CATARINA ESTA ENORME TRAGÉDIA, ANO PASSADO EM NEW ORLINAS, NOS E.U.A, ANOS ATRÁS NA ASIA COM U TSUNAMI, ENTRE OUTROS.

SERÁ QUE A HUMANIDADE ESTÁ COM OS SEUS DIAS CONTADOS?Bico calado

POSTADO POR CARLOS MANSA.



Escrito por Equipe Mileniun às 18h31
[] [envie esta mensagem
] []





O meu ponto de vista sobre a Expo Sumaré.

Colegas, na ultima sexta-feira, dia 28/11/2008, estive na Expo Sumaré, e fala que mesmo sendo aluno antigo da Sumaré, pois iniciei meus estudos na unidade Sumaré em 2002, não havia participado de nenhuma edição da expo.

Como minha primeira visita, informo que achei uma exposição organizada, onde o tema que se aplicou bate de encontro nossa realizada atual. Falar-mos sobre sustentábilidade nos remete a algo muito complexo, mas é algo que temos que nos render atualmente caso desejamos que amanhã alguém possa contar coisas sobre o nosso mundo.

Não muito diferente de cineastas como Spilberg, a nossa vida está proxima de uma dramartugia, pois como nos filmes, temos que tomar atitudes drasticas.

As salas expositarias nos mostravam os caminhos para tornar a vida na sociedade algo possivel fazendo uso dos processos de reciclagem de materias, economia de energias naturais, diminuição de poluentes, etc.

Na Expo Sumaré passei por salas que abordavam o verde, salas que falavam sobre reciclagem, tinha area voltada a saude com o incentivo de se doar sangue, tinha areas que falavam sobre os povos indigenas e até tinha uma apresentação daqueles cantores peruanos.

Concluindo, a expo sumaré foi muito legal e proveitosa para todos.

Carlos Mansa - Sumaré Tatuapé

Escrito por Equipe Mileniun às 16h20
[] [envie esta mensagem
] []





__Onde se aplica a internet na preservação do meio ambiente?

 

Podemos afirmar que nos últimos anos, a internet vem sendo uma arma poderosa de divulgação utilizada e bastante difundida entre todos,incluindo principalmente,empresas.

Por isso podemos dizer que tal arma e sua aplicabilidade, não poderiam ficarem indiferentes em relação aos órgãos não governamentais de preservação do meio ambiente.Isto quer dizer,que tais entidades,procuram utilizar tal recurso tecnológico de informação,visando difundir a mensagem central de seus objetivos para todos que se interessam.

Mas o que temos a lamentar é o descaso com o qual na maioria das vezes tais tentativas de divulgação são tratadas.Quando nos referimos a tal descaso,estamos tratando da baixa qualidade das informações prestadas, devido à mera falta de recursos financeiros ou investimentos,pois s as empresas estão sempre à frente quando o assunto é o uso bem empregado da internet para divulgação de produtos e serviços.

Diante de tal situação, o que temos a concluir, é que é vista a necessidade de uma maior valorização de tais meios que apregoam a necessidade de preservação do meio ambiente, ou seja, maiores investimentos financeiros para que a informação se propague de forma precisa e acima de tudo, com qualidade.

 

 

 

 



Escrito por Equipe Mileniun às 13h44
[] [envie esta mensagem
] []





Tecnologia e meio ambiente:__Devem caminhar juntas?

 

A tecnologia, nos mais diversos setores,tem sido ,ao longo dos anos de grande valia e importância para o desenvolvimento das empresas e da economia também.

Podemos afirmar que nos tornamos dependentes dos mais diversos recursos tecnológicos, de forma que em nossos dias se nota que a cada dia é praticamente impossível viver sem eles.

Mas diante de tudo isso estaríamos vivendo a era  do “avanço tecnológico selvagem,onde a todo custo deve-se implantar as mais modernas tecnologias,sem se importar com a preservação do meio ambiente.

E fazendo uma análise histórica de tal avanço, tomemos como ponto de partida a década de 70 ,onde existia uma ideologia a respeito de que a preocupação com o meio ambiente seria inimiga do desenvolvimento econômico do país,ou seja, tal preocupação era tida como um grande atraso.E além disso pregavam que principalmente os países emergentes não deveriam  de forma alguma apresentar tal preocupação em detrimento de sua posição diante do mundo.

Após muitos debates, somente décadas depois,por volta da década de 90,é que após várias convenções,os países chegaram à conclusão da importância de garantir o futuro das gerações posteriores,através de uma tomada de consciência quanto à preservação dos recursos naturais,implantando tecnologias,porém que garantam sustentabilidade ao longo do tempo.

 

 



Escrito por Equipe Mileniun às 13h42
[] [envie esta mensagem
] []





http://www.blograizes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/sustentabilidade_social_uma_nova_visao_do_papel_das_empresas.jpg

Escrito por Equipe Mileniun às 18h16
[] [envie esta mensagem
] []





http://www.blograizes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/sustentabilidade_social_uma_nova_visao_do_papel_das_empresas.jpg

Escrito por Equipe Mileniun às 18h06
[] [envie esta mensagem
] []





Sustentabilidade Social: Uma Nova Visão do Papel das Empresas
Postado por Carlos Mansa

A percepção da importância da sustentabilidade social vem crescendo muito nos últimos anos. A complexidade dos assuntos abordados e a dificuldade em tratá-los, seja pelos seus vários desdobramentos ou pelo grande número de partes envolvidas, têm impedido que se avance muito em relação à posição atual.

A urgência é reconhecida por todos, porém, o tempo perdido e a desorganização dos interessados atrasam um debate mais consistente e prático dos caminhos a serem propostos.

Estamos vivendo uma situação em que as pessoas endentem que é necessário ampliar e aprofundar a discussão sobre esse tema, e reconhecem a importância de cada um para as mudanças que terão de ser alcançadas. Mas a falta de liderança e de vontade política de alguns participantes tem comprometido esses esforços.

Não há mais dúvida quanto às reais necessidades de se buscar um novo patamar no nosso desenvolvimento social. Sabemos que o desequilíbrio entre as classes tem comprometido as melhorias duradouras na qualidade de vida das pessoas. Sem justiça social não há ambiente propício para criarmos uma sociedade sustentável.

O conceito da sustentabilidade social apóia-se no direito que todas as pessoas têm às mesmas condições e permitir que os menos favorecidos possam ascender socialmente, conseguindo, assim, participar da distribuição de renda e de bens gerados no País.

Não cabe aqui discutir visões apaixonadas sobre as diferenças do capitalismo ou socialismo, quais são as suas vantagens ou desvantagens. Minha visão é pragmática e realista: mudanças sociais são feitas em um processo lento e difícil por envolver interesses conflitantes entre as partes.

É a velha briga entre classes que tem movimentado nossa história há vários séculos.

Essas mudanças se fazem necessárias agora. Não podemos mais postergá-las sob pena de frustrar a todos, com graves conseqüências para o nosso futuro.

São vários os participantes nesse processo, cada um com suas expectativas e disposição para negociar uma solução que atenda aos seus interesses e muitas vezes não os dos outros. A diferença de enfoque de cada um tem levado a posturas rígidas e muitas vezes radicais, afastando pessoas e organizações essenciais para essa solução.

Dos três principais interessados, governo, sociedade e empresas, talvez sejam as empresas as que tenham as melhores condições de buscar destravar esse impasse. São elas que possuem uma habilidade nata para negociar e aproximar as diferenças, permitindo uma convergência para um ponto em comum.

As constantes mudanças no nosso dia-a-dia levaram as empresas, que são as mais adaptadas a essas transformações, a terem um papel de revisora dos costumes e hábitos, e a serem referências nas comunidades em que estão inseridas. Isso as credencia a liderar os movimentos sociais em curso hoje em nossa sociedade.

A cada dia empresários e executivos têm aceitado rediscutir os interesses de suas empresas com base em um enfoque social. Eles entendem que sem conquistar posições mais justas para as outras partes não alcançarão os seus objetivos e, no futuro, poderão ter os seus negócios prejudicados.

Acredito que os empresários e executivos das empresas privadas e públicas deveriam participar mais deste momento, em que há uma percepção generalizada de que é preciso dar passos mais rápidos em direção a essas mudanças.

Do triângulo da sustentabilidade, o lado social é, de longe, o mais importante. É dele que emanam os problemas ou soluções para os outros dois, seja o econômico ou o ambiental. E as empresas são as grandes responsáveis por ajudar a desenvolvê-lo e difundi-lo.

Se quisermos ter qualidade de vida e esperança de dias melhores temos que assumir nosso papel de líderes e chamar para nós a responsabilidade dessas mudanças.


Escrito por Equipe Mileniun às 18h04
[] [envie esta mensagem
] []





O futuro próximo dos negócios sustentáveis
Por Ricardo Voltolini *

Uma das perguntas mais freqüentes que chegam a esta coluna diz respeito a como a sustentabilidade vai se inserir na gestão dos negócios nos próximos cinco ou dez anos. A tarefa de prever futuro já fez a ruína e a glória de muitos analistas de tendências. Por isso, evitá-la costuma ser uma atitude de bom senso. Sem, no entanto, a pretensão de aqui encarnar a controversa figura de John Naisbit, famoso autor de Megatrends, nem de arriscar datas, números e estatísticas absolutos em um tempo marcado por incertezas relativas, não seria irresponsável especular a respeito de algumas possibilidades para um futuro próximo, considerando –é claro- as dinâmicas hoje observadas nas corporações brasileiras.

A persistir o curso atual de deslocamento do conceito de sustentabilidade da periferia para o centro das decisões estratégicas de negócio, certamente cada vez mais empresas enxergarão os dilemas sociais e ambientais sob a perspectiva da oportunidade. Em vez de focar a proteção de ativos, identificarão novas alternativas para criação de valor. Esse processo será puxado pelas líderes de mercado, sempre mais sensíveis às expectativas da sociedade, e também pelas organizações cujo negócio seja particularmente impactante às comunidades e ao meio ambiente, aquelas que dependam dos insumos advindos de recursos naturais escassos ou que alterem, de modo significativo, o equilíbrio e o modo de vida de populações normalmente excluídas.

Capitaneadas por líderes mais éticos, elas colocarão sua energia na formação de novas lideranças capazes de compreender que, mais do que um imperativo moral, ser sustentável valoriza ativos, gera valor econômico para o negócio, preserva o Planeta e melhora a vida das pessoas. Para atender a essa nova visão empresarial, investirão mais recursos em suas áreas de pesquisa e desenvolvimento, visando criar produtos e serviços socioambientalmente responsáveis a partir da análise do que querem, esperam e valorizam consumidores preocupados com o tema. E eles vão querer e esperar cada vez mais. Por convicção aliada à conveniência, egoísmo e altruísmo juntos.

Qualquer um que tenha a chance de escolher, com boas condições de preço, qualidade e disponibilidade, um carro, um eletrodoméstico ou um computador ecologicamente correto e socialmente justo, tomará a decisão de compra mais responsável. Até porque aceitar o contrário seria validar a duvidosa tese de que os consumidores agem por má fé. Cada vez mais companhias informarão os seus consumidores sobre a origem responsável de seus produtos, utilizando rótulos, material de ponto de venda, portais, celulares e comunidades virtuais. Com isso, os indivíduos se tornarão naturalmente mais críticos e seletivos, retroalimentando um ciclo virtuoso marcado por recompensa às empresas responsáveis e punição ás que não cultivarem esses valores.

A mudança virá, portanto, de um equilíbrio dinâmico de pressão e adequação. Em um futuro próximo, as empresas sustentáveis farão uma revisão profunda em seus modelos de produção. E também nas suas noções de competitividade. O lucro a qualquer custo será um credo passadista, malvisto, execrável. Muitas substituirão gradativamente o uso de energia suja por matrizes renováveis. Outras tantas adotarão o reuso amplo de matérias-primas e recursos naturais. A maioria terá mecanismos de descarte, engajamento de parceiros de cadeia produtiva, sistemas eficazes de controle de emissão, planilhas baseadas em metas de desperdício zero em processos e relações comerciais sustentáveis com as populações de seus entornos.

Por outro lado, levando em conta que os mercados serão auto-regulados para valorizar a competição responsável, as empresas incorporarão, de vez, à sua cartilha, práticas que hoje seguem irregulares e fugidias, como o respeito irrestrito aos direitos humanos, a valorização da diversidade, a eliminação de passivos socioambientais, a transparência nas relações com as partes interessadas e a promoção do bem-estar das comunidades. Tudo isso deixará de ser diferencial para inflar reputações e imagens. E passará a ser pré-requisito para atuação em qualquer mercado. Otimismo, projeção utópica ou excesso de licença poética? O futuro às próximas gerações pertence. E é em nome delas que ele guarda um lugar de destaque para a sustentabilidade nos negócios.

Qualquer que seja o futuro para a sustentabilidade nas corporações, alguns dos mais importantes desafios para sua consecução têm muito a ver com o papel dos comunicadores empresariais. Isso explica –e torna mais louvável –a iniciativa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), que criou um comitê específico para o tema, com o objetivo de, nas palavras de seu diretor-presidente, Paulo Nassar, “produzir uma memória da discussão da sustentabilidade no Brasil”, por meio de encontros com presidentes e altos executivos de empresas.

No último dia 10 de abril, o comitê reuniu Rolf Dieter Acker, presidente da Basf para a América Latina, e Marco Simões, diretor de comunicação da Coca-Cola. Vale a pena conferir o que eles pensam em audiocast no site da Aberje (http://www.aberje.com.br).

Escrito por Equipe Mileniun às 16h27
[] [envie esta mensagem
] []





O texto de Moacir Gadotti - Prof. da USP e diretor do Instituto Paulo Freire comenta um pouco sobre a educação e seus princípios de sustentabilidade relacionados à ecologia. Deixe sua opinião. Comentem!!! 

A EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE.

Um dos principais eixos temáticos do Fórum Mundial de Educação de São Paulo está relacionado à ecologia. A educação ambiental, a ecopedagogia, a Pedagogia da Terra, a sustentabilidade terão um grande espaço nesse Fórum centrado no tema geral: "Educação Cidadã para uma Cidade Educadora".
A sustentabilidade tornou-se um tema gerador preponderante neste início de milênio para pensar não só o planeta, mas um projeto social global, capaz de reeducar nosso olhar e todos os nossos sentidos, capaz de reacender a esperança num futuro possível, com dignidade, para todos. O modo pelo qual vamos produzir nossa existência neste pequeno planeta decidirá sobre a sua vida ou a sua morte, e a de todos os seus filhos e filhas. A educação tem tudo a ver com esse tema. Por isso, precisamos de uma "Pedagogia da Terra", de uma ecopedagogia, que recoloque a relação entre a natureza e o ser humano como tema da educação.
Precisamos de uma "Pedagogia da Terra", uma pedagogia apropriada para esse momento de reconstrução paradigmática, apropriada à cultura da sustentabilidade e da paz. Ela vem se constituindo gradativamente, beneficiando-se de muitas reflexões que ocorreram nas últimas décadas, principalmente no interior do movimento ecológico. Ela se fundamenta num paradigma filosófico emergente na educação que propõe um conjunto de saberes/valores interdependentes. Entre eles podemos destacar: 1º) Educar para pensar globalmente; 2º) Educar os sentimentos; 3º) Ensinar a identidade terrena como condição humana essencial; 4º) Formar para a consciência planetária; 5º) Formar para a compreensão; 6º) Educar para a simplicidade e para a quietude.
Nossas vidas precisam ser guiadas por novos valores: simplicidade, austeridade, quietude, paz, saber escutar, saber viver juntos, compartir, descobrir e fazer juntos. Precisamos escolher entre um mundo mais responsável frente à cultura dominante que é uma cultura de guerra, de competitividade sem solidariedade, e passar de uma responsabilidade diluída a uma ação concreta, pessoal, praticando a sustentabilidade na vida diária, na família, no trabalho, na escola, na rua. O Fórum Mundial de Educação de São Paulo pretende ser um espaço para vivenciar esses novos valores.
O ser humano é o único ser vivente que se pergunta sobre o sentido de sua vida. Educar para sentir e ter sentido, para cuidar e cuidar-se, para viver com sentido em cada instante da nossa vida. Somos humanos porque sentimos e não apenas porque pensamos. Somos parte de um todo em construção.
Formar para a ética do gênero humano, não para a ética instrumental e utilitária do mercado. Educar para comunicar-se. Não comunicar para explorar, para tirar proveito do outro, mas para compreendê-lo melhor. A Pedagogia da Terra funda-se nesse novo paradigma ético e numa nova inteligência do mundo. Inteligente não é aquele que sabe resolver problemas (inteligência instrumental), mas aquele que tem um projeto de vida solidário. Porque a solidariedade não é hoje apenas um valor. É condição de sobrevivência de todos.
Diante do possível extermínio do planeta, surgem alternativas numa cultura da paz e da sustentabilidade. Sustentabilidade não tem a ver apenas com a biologia, a economia e a ecologia. Sustentabilidade tem a ver com a relação que mantemos conosco mesmos, com os outros e com a natureza. A pedagogia deveria começar por ensinar sobretudo a ler o mundo, como nos diz Paulo Freire, o mundo que é o próprio universo, por que é ele nosso primeiro educador. Essa primeira educação é uma educação emocional que nos coloca diante do mistério do universo, na intimidade com ele, produzindo a emoção de nos sentirmos parte desse sagrado ser vivo e em evolução permanente.



Escrito por Equipe Mileniun às 16h23
[] [envie esta mensagem
] []





Olá a todos!

Somos acadêmicos da Faculdade Sumaré e estamos realizando um trabalho sobre a importância da tecnologia agregada a responsabilidade sócio- ambiental.

Iremos expor nossas idéias de acordo com as pesquisas realizadas pelo grupo de estudo e contamos com a colaboração de todos para que comentem sobre o tema que é de grande relevância para os dias atuais.



Escrito por Equipe Mileniun às 19h03
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]